terça-feira, 11 de novembro de 2014

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

Vários autores afirmam que o principal conceito de Educação à Distância (EAD) está centrado no fato que professores e alunos estarem separados. Podemos dizer que essa modalidade de ensino está diretamente relacionada com as formas de tecnologias criadas pelo homem.
Antes já existia EAD e como exemplos podem citar os cursos por correspondência, onde o educando recebia o material via correio, realizava as tarefas e após mandava novamente.  Logo depois, por volta de 1970 surgem os telecursos, onde o material impresso dá lugar para o audiovisual. Na atualidade, temos a modalidade à distância via internet, onde os cursos estão diretamente ligados ao uso do computador e da internet.
É uma forma de ensino/aprendizagem mediados pelas tecnologias a qual permite que o professor e o aluno estejam em ambientes distintos. Nessa modalidade o aluno pode gerenciar sua própria aprendizagem, possuindo grande autonomia para estudar e fazer seus trabalhos avaliativos de acordo com seu tempo, também assiste as  aula presenciais para sanar suas dúvidas e participar de seminário.
Desse modo a EAD veio para auxiliar, ajudar uma pessoa que quer fazer uma graduação, pois ou não tem como se deslocar, o seu tempo é escasso, no ensino à distancia  proporciona uma oportunidade para essas pessoas. E no ensino à distância há uma flexibilidade quanto aos horários, o qual é o próprio educando que faz, não significando que é apenas um passatempo, uma vez que a EAD é tão exigida quanto a  presencial.  

Valquiria Ferreira Vieira
Referências Bibliográficas:

KIELING, José Fernando.Org. et al. A Subjetividade do Lugar e dos professores na formação: o Curso de Licenciatura em Pedagogia a Distância UFPEL. Pelotas. Editora e Gráfica Universitária, 2010. 256p.il color.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

FORMAÇÃO DOCENTE


FORMAÇÃO DOCENTE

Nos últimos anos, a educação a distância tem se destacado como uma das novas possibilidades para a formação de professores, tendo como vantagens a flexibilidade de horários, sendo que hoje em dia a maioria das pessoas estão extremamente compromissadas sem tempo para cursar uma faculdade presencial, consequentemente, é necessário se aperfeiçoar cada vez mais, a fim de ingressar no competitivo mercado de trabalho, sendo assim a educação a distância é uma das maneiras de ingressar neste processo de ensino aprendizagem.
A educação a distância possibilita a formação de sujeitos ativos, cidadãos comprometidos, independentes, capazes de buscar, criar e aprender ao longo de toda a vida e intervir no mundo em que vivem. É muito bom que os professores possam vivenciar isso na sua formação e educação continuada.
O nosso curso de Pedagogia foi baseado em pesquisas, ao longo do curso foi trabalhado vários temas de grande importância para nosso crescimento e aprendizado, desde o início do curso quando pesquisávamos os livros, autores, a escola parceira, a realidade do aluno, o entorno escolar e outros, fomos nos aperfeiçoando para realização dos trabalhos, percebendo a importância de pesquisar, de buscar e entender a realidade escolar, seus sujeitos e a comunidade.
Os estágios que realizamos nos proporcionaram vivências, aprendizagens e experiências inovadoras, que nos trouxeram a realidade da nossa sociedade e da educação. Essa vivência e experiência contribuíram bastante no nosso processo de formação profissional e pessoal.
Por tudo o que aprendemos durante o curso, conclui-se que o foco principal desse estudo é formar um profissional competente capaz de colaborar para o desenvolvimento dos alunos, oferecendo atividades novas, lúdicas e motivadoras levando ao aluno a possibilidade de ser um adulto criativo, crítico e que possa agir com autonomia. A busca do conhecimento não se estagna,  devemos estar em constante movimento.
Nóvoa (2002, p. 23) diz que:

“O aprender contínuo é essencial se concentra em dois pilares: a própria pessoa, como agente, e a escola, como lugar de crescimento profissional permanente.” A formação continuada se da de maneira coletiva devemos estar cientes que a nossa formação é permanente e deve ser integrada no dia a dia dentro das escolas.

Seremos professoras atentas, buscando sempre valorizar a realidade do aluno, proporcionando espaço para o aluno pensar, questionar, dialogar, interagir, enfim proporcionando a troca de experiências, oferecendo aulas dinâmicas e motivadoras, procurando sempre qualificação, buscando constante aperfeiçoamento, fazendo novas capacitações com o objetivo de estar cada vez mais atualizada e preparada para enfrentar os desafios da nossa profissão.
                                                                                                                                
            Daiani Silva Freitas
Vanessa Penteado Barcelos
           

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 

NÓVOA, Antonio. Revista Nova Escola: Os novos pensadores da educação. Edição nº 154, Agosto/2002, p. 23.




AVALIAÇÃO


AVALIAÇÃO

A observação diária é cumplice da avaliação, a percepção das dificuldades e potencialidades através do acompanhamento é fundamental,  provocar curiosidades em diferentes momentos, retomando o conteúdo sempre que necessário,  preocupando-se com a ideia mediar o conhecimento com qualidade e não com a preocupação com a quantidade de conteúdos.
Avaliação precisa ser  realizada diariamente para ver o grau de conhecimento e entendimento que se  encontra o aluno.
Pode ser classificatória e mediadora. A mediadora é a mais indicada por promover uma aprendizagem significativa, onde o diálogo é essencial para que haja um retorno satisfatório.
A avaliação que percebemos na maioria das escolas, muitas vezes é uma avaliação que classifica os alunos entre: os alunos “capazes”, que lhes servem de exemplo e os alunos “incapazes” que são os que causam exclusão,  portanto nesse momento que a aprendizagem consiste em valorizar o sujeito e sua realidade, é necessário a avaliação de diferentes formar e finalidades.
Segundo Freire (1976:42):
“A experiência nos ensina que nem todo óbvio é tão óbvio quanto parece”. Desse modo, a atitude indagadora diante dos resultados apresentados num processo avaliativo é condição indispensável para que a avaliação se realize a contento.

Não podemos estabelecer uma avaliação focada apenas no aluno, mas na totalidade do processo de ensino, avaliar o espaço escolar, a realidade, o sujeito, o entorno, para que através dessas conclusões possamos perceber se o que estamos ofertando é adequado, se é ou não necessário, procurar novos caminhos, novas formas de buscar esse entendimento, se esse aluno não está aprendendo, quais são os motivos, de que maneira vamos mudar essa realidade.
É necessário a compreensão que os sujeitos são únicos, portanto cada um possui a sua forma especifica de aprender, o tempo de aprendizado é diferente,  entendendo a dificuldade de aprendizado não é problema unicamente do aluno.
A avaliação diferentemente de um processo é um produto, pois não podemos diagnosticar que a nota de um aluno em determinada prova, trimestre, trará a conclusão do seu conhecimento , bem como não podemos entender que o aluno seja apenas o sujeito passível de avaliação, tirando com isso as suas possibilidades de vir-a-ser...
De acordo com Luckesi:

"A prática avaliativa deve ser capaz de ir além de avaliar a aprendizagem, mas entender o valor individual de cada aluno, propiciando o seu crescimento como indivíduo e como integrante de uma sociedade. E que acima de tudo, seja uma avaliação envolvida com uma prática pedagógica real, inovadora, não excludente e muito amorosa". (Luckesi, 1987)


Através desse pensamento podemos concluir que a AVALIAÇÃO durante nosso curso de Pedagogia foi norteado desde seu inicio por esse pensamento, do crescimento de cada individuo de uma forma inovadora, inclusiva, descobrindo sua forma de aprendizagem, produzindo seu conhecimento, sendo nossas tutoras mediadoras  e cada colega da turma  partes dessa conquista, compartilhando, trocando, aprendendo  a  cada comentário, sendo nossas avaliações esclarecedoras para nosso entendimento e evolução, respeitando as diferenças, nos trazendo o conhecimento necessário através da nossa auto avaliação e esforço, determinação, dedicação.

Ariadni Bitencourt Fonseca
Alizandra da Silva Danzmann

Bibliografia:

FREIRE, Paulo. Ação Cultural para a Liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976.


LUCKESI, Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo, Cortez, 1998

ENSINO


ENSINO...


No momento que estamos fazendo um retorno a tudo que observamos dentro de uma instituição de ensino se faz necessário uma reflexão da trajetória percorrida. Podemos colocar em foco o que percebemos no inicio na caminhada e o que hoje se mostra realmente relevante neste contexto.
A família não dá mais conta do educar e passa e este papel ao professor, hoje denominado também educador. Não vejo a escola como contra ou a favor deste papel e sim como mediadora, representada pelos sujeitos que a compõem.
A escola atual contribui para a construção de conhecimento  de uma geração que tem a informação ao alcance das mãos com o uso das novas tecnologias. Há alguns anos para se fazer uma pesquisa era preciso ficar horas lendo livros e fazendo pesquisas em bibliotecas, hoje com um clik vários links se abrem e oferecem um conhecimento pode ser acessível, mas nem sempre estimulante como nos fala Pimenta.

“Hoje vivemos o momento do desafio pela qualidade do ensino. Um dos objetivos da escola é formar o cidadão. Esta formação, passa pelo processo de letramento, do caçulo, da interpretação. Almeja-se uma escola que desenvolva uma prática que oportunize a apreensão dos conhecimentos. Aprender, isto é, apropriar-se dos conhecimentos trabalhados em sala de aula e utilizá-los na vida cotidiana, seja no trabalho ou em outros espaços em que estiver inserido.” (PIMENTA , 2008)


Acreditamos que o processo de ensino-aprendizagem e as necessidades de construir uma prática educativa que vise sempre à reflexão do aluno, que a partindo dos problemas levantados pelo professor os alunos sejam critico e possa assim chegar à construção do seu conhecimento diariamente dentro da sala de aula. No processo de construção do conhecimento, o grande valor pedagógico existente nos dias de hoje é interação humana entre professo-aluno e aluno-aluno, pois é por meio dela que o conhecimento vai construindo e se ampliando a cada dia como explica KOSIK 1985.

A realidade apresenta-se como um campo em que o homem exercita a sua atividade prático-sensível, sobre cujo fundamento surgirá a imediata intuição prática da realidade. No trato prático-utilitário com as coisas o indivíduo em situação cria sua própria representação das coisas e elabora todo um sistema correlativo de noções que capta e fixa o aspecto fenomênico da realidade. (KOSIK, 1985, p.10).

A escola e seus sujeitos, que estão sempre em movimento ,se completam ,sendo que um depende do outro para conseguir atender suas demandas. O reflexo dessa parceria pode modificar a vida em sociedade, daí a importância de se estar atento ao processo de aprendizagem.
São questões que foram sendo observadas e servirão para nossa futura pratica profissional. É preciso aliar formação e disposição de dar ao aluno liberdade para explorar seu ambiente de educação, esta abertura permite o acesso à informação e incentiva o bom aprendiz a buscar sempre novos meios de aprender.
E o bom aprendiz não é somente o aluno e sim o professor que se propõe aprender junto com o educando, respeitando o aluno e sua vivência, procurando conhecer sua realidade verdadeiramente, vai trazer um leque de possibilidades e experiências ricas e desafiadoras para este sujeito. Ensinar vai além de passar conhecimentos e sim é encorajar ao sujeito a expressar suas emoções e dar significado a suas ações e mais conhecer o que vamos ensinar, para motivar e incentivar a excelência da pratica pedagógica.
Deisi Marzari
Nize Laura Cabreira Siqueira de Oliveira


Referências Bibliográficas:
KOSIK, K. Dialética do concreto. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
PIMENTA, S. G. e LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Vozes, 2008.



EDUCAÇÃO INFANTIL

EDUCAÇÃO INFANTIL

Na constituição de 1988 ficou assegurado o direito social de toda a criança ser atendida em Creches e Pré Escolas, o que se torna um dever do Estado com a Educação.
Estas instituições, tanto públicas quanto privadas “Educam e Cuidam” de crianças de 0 a 5 anos de idade, onde o cuidar e o educar devem andar juntos, e dessa forma o estado assume a responsabilidade de dar continuidade à ação da família.
Esta fase de vida escolar é muito importante, pois a criança aprende a se socializar, desenvolve-se cognitivamente, desenvolvendo várias habilidades quando bem trabalhadas, entendendo e aceitando as rotinas, se preparando dessa forma para o Ensino Fundamental.
O MEC reconhece conforme Documento:
“POLÊMICAS sobre cuidar e educar, sobre o papel do afeto na relação pedagógica e sobre educar para o desenvolvimento ou para o conhecimento têm constituído, portanto, o panorama de fundo sobre o qual se constrói as propostas em educação infantil. A elaboração de propostas educacionais veicula necessariamente concepção sobre criança, educar, cuidar e aprendizagem, cujos fundamentos devem ser considerados de maneira explícita [BRASIL, MEC, RCNEI, 1997c, vol. I]. 

Conforme vimos no decorrer do nosso Curso o “cuidar e o educar” são indissociáveis, e que ao mesmo tempo em que somos afetuosos com os alunos, que brincamos, devemos provocar sempre situações de aprendizagem, questionando, dialogando.

Gesuina Pereira Peters
Giselda Filipini da Silva
Janine Vieira

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
PARECER HOMOLOGADO. Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 9/12/2009, Seção 1, Pág. 14.


PLANEJAMENTO

PLANEJAMENTO


“Planejar é pensar sobre aquilo que existe, sobre o que se quer alcançar, com que meios se pretende agir”. (OLIVEIRA. 2007. p.21).
O planejamento de aula é de fundamental importância para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem. A sua ausência pode ter como consequência, aulas monótonas e desorganizadas, desencadeando o desinteresse dos alunos pelo conteúdo e tornando as aulas desestimulantes.
De acordo com Libâneo “o planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”. Portanto, o planejamento de aula é um instrumento essencial para o professor elaborar sua metodologia conforme o objetivo a ser alcançado, tendo que ser criteriosamente adequado para as diferentes turmas, havendo flexibilidade caso necessite de alterações.
Porém, apesar da grande importância do planejamento de aula, muitos professores optam por aulas improvisadas, o que é extremamente prejudicial no ambiente de sala de aula, pois muitas vezes as atividades são desenvolvidas de forma desorganizada, não havendo assim, compatibilidade com o tempo disponível.
Portanto, o bom planejamento das aulas partindo da realidade dos alunos, aliado à utilização de novas metodologias (filmes, mapas, poesias, músicas, computador, jogos, aulas práticas, atividades dinâmicas, etc.) contribui para a realização de aulas satisfatórias em que os estudantes e professores se sintam estimulados, tornando o conteúdo mais agradável com vistas a facilitar a compreensão.
Os elementos que são necessários ser previstos para que o planejamento potencialize a ação docente a ponto de promover a aprendizagem dos alunos: diagnóstico, objetivos, conteúdos, procedimentos metodológicos, recursos didáticos, metodologias de avaliação.
Algumas características precisam ser lembradas para que o professor elabore um bom planejamento, sendo elas: a coerência, sequência, flexibilidade, precisão ou objetividade.
Um pouco de afetividade, carinho, respeito, humanidade são valores essenciais que precisa existir dentro de uma sala de aula e fazer parte do planejamento de qualquer professor, pois isso consequentemente faz com que o aluno confie e se aproxime mais desse professor formando um laço de amizade entre ambos, favorecendo assim também no processo de ensino/aprendizagem.

Cintia Fraga Gonçalves

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS:

VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Planejamento: Projeto de Ensino Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico. 7ª edição. São Paulo 2000. Editora Liberdad. 

 


RODRIGUES,Monise. A Importância do Planejamento Pedagógico. Disponível em:  petpedagogia.blogspot.com/.../a-importancia-do-planejamento-pedagogia 10/10/2014 15:00hs

APRENDIZAGEM

APRENDIZAGEM

           Aprendizagem é aquisição de conhecimentos e para que essa aquisição aconteça o professor tem um papel fundamental na vida do aluno, que é o da mediação, onde o professor precisa incentivar o aluno a pesquisar, a conhecer detalhadamente mais sobre o assunto que esta sendo ensinado.
 Segundo Freire,
“Nas condições de verdadeira aprendizagem, os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador igualmente sujeito do processo”. (FREIRE, 1996, p. 26)


Toda pessoa desde que nasce aprende e usa diferentes formas de se expressar esse comunicar com o meio onde está inserido. Portanto quando a criança chega à escola o professor deve levar em consideração toda a aprendizagem que já está consolidada e integrar novos conhecimentos aos pré- existentes. Para tanto o educador deve desenvolver o ensino aprendizagem a partir do conhecimento da realidade do cotidiano do aluno e do entorno escolar para assim possibilitar a aprendizagem a partir de suas vivencias e que estejam mais próximos de sua realidade.
É necessário que professor acolha o aluno como ser humano capaz, oportunizando o desenvolvimento de aprender através da construção coletiva do conhecimento. Para tanto o educando precisa planejar respeitando as diferenças, seus conhecimentos prévios, sua diversidade cultural e em vez da rotina e da memorização buscar uma pratica integradora, onde o aluno aprende através da interação, do dialogo e da experiência para assim ampliar o aprendizado do aluno.
Para Coll, (1994):

[...] a ação educacional deve tratar de incidir sobre a atividade mental construtiva do aluno, criando as condições favoráveis para que os esquemas do conhecimento - e, em consequência, os significados associados aos mesmos - que inevitavelmente o aluno constrói no decurso de suas experiências sejam os mais concretos e ricos possíveis e se orientem na direção marcada pelas intenções que presidem e guiam a educação escolar. Numa perspectiva construtivista, a finalidade última da intervenção pedagógica é contribuir para que o aluno desenvolva a capacidade de realizar aprendizagens significativas por si mesmo numa ampla gama de situações e circunstâncias, que o aluno “aprenda a aprender” (COLL, 1994, p.137).

É importante trabalhar com o lúdico no contexto escolar como recurso pedagógico facilitador do desenvolvimento da aprendizagem discente. Dessa forma é essencial trabalhar com diversificadas atividades lúdicas e de maneira contextualizada e interdisciplinar e também com variados materiais lúdicos tais como jogos didáticos, dramatizações, música, dança passeios, desenhos, entre outros sempre com o objetivo de aprimorar a aprendizagem do aluno.

Maria Aparecida Santos
Denise Saldanha
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

COLL, César. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 1994.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. – Coleção Leitura